André Villas-Boas pediu esta terça-feira que os adeptos do FC Porto se unam em torno da equipa, de forma a assegurar a qualificação para os oitavos-de-final da UEFA Europa League. Apesar da vitória em Sevilha (2-1), o treinador lembrou que a eliminatória ainda não está resolvida e que os espanhóis estão muito motivados para não deixar fugir o objectivo europeu. Competência para vencer
«É importante transmitir a mensagem de que vitória em Sevilha foi importante, mas não resolveu a eliminatória. Entre os adeptos, há a sensação de trabalho feito, algo que refuto completamente. O Sevilha teve um número grande de oportunidades no seu terreno. Só um FC Porto competente vai levar de vencida esta equipa. A vitória em Espanha foi boa, mas tudo pode acontecer. É importante que os adeptos se unam em volta da equipa e que o FC Porto seja competente para passar à fase seguinte.»
Melhorar no Dragão
«Queremos evitar alguns erros que cometemos em Sevilha, em termos do que é a nossa posse de bola e o nosso jogo. O FC Porto evidencia-se por isso e é importante que os jogadores se sintam bem com a bola amanhã. Dessa fo
rma, eles terão menos oportunidades de golo e nós teremos mais controlo e mais oportunidades. Não podemos pensar que o empate nos serve, mas temos sim de pensar em conseguir uma vitória, que seguramente nos levará à próxima fase.»O regresso de Falcao
«O jogador leva algum tempo a treinar com o grupo, mas tinha uma lesão que pedia alguns cuidados, enquanto ele não se sentisse confiante no seu todo. Foi uma lesão desta natureza que agravou a maior lesão da carreira desportiva do Falcao, no outro joelho. Por outro lado, a equipa manteve um rendimento global espectacular. O Falcao regressa a uma lista de 18 convocados, pelo que as suas probabilidades de regressar são grandes.»
Adversário «no limite»
«Podemos encontrar um Sevilha com dois tipos abordagem: uma equipa a começar agressivamente para chegar ao golo e a correr riscos ou então um colectivo organizado, à espera de oportunidades certas para castigar o adversário. A equipa está no limite de se querer encontrar e de se querer motivar. Quer transcender-se e dar o máximo em campo. Está será porventura a última oportunidade para se redimir esta época.»
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